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Comunhão Anglicana

   

 ROWAN WILLIAMS, ARCEBISPO DE CANTUÁRIA, COM O BISPO ROBINSON CAVALCANTI 

 

ROWAN WILLIAMS

ARCEBISPO DE CANTUÁRIA

 

 

HECTOR ‘TITO’ ZAVALA

BISPO PRIMAZ

 

 

DOM EDWARD ROBINSON DE BARROS CAVALCANTI

BISPO DIOCESANO

"In Memoriam"

 

 

DOM EVILÁSIO TENÓRIO

BISPO SUFRAGÂNEO

2ª REGIÃO ECLESIÁSTICA

 

 

DOM  FLÁVIO ADAIR

BISPO SUFRAGÂNEO

1ª REGIÃO ECLESIÁSTICA

 

SOMOS PARTE DA COMUNHÃO ANGLICANA

 

 

SOMOS PARTE DO GAFCON

 

 

SOMOS FILIADOS À FELLOWSHIP OF CONFESSING ANGLICANS (FCA)

 

 

SOMOS CONVENIADOS À IGREJA ANGLICANA DA AMÉRICA DO NORTE (ACNA)

 

SOMOS MEMBROS-FUNDADORES DA ALIANÇA EVANGÉLICA

 

 

SOMOS MEMBROS DA ASSOCIAÇÃO PRÓ-CAPELANIA MILITAR EVANGÉLICA DO BRASIL (ACMEB)

 

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Anglicanos: Caso do Brasil Citado em Texto Internacional

Notícia Internacional

 

Anglicanos: Caso do Brasil Citado em Texto Internacional

Em dezembro passado os Arcebispos de Cantuária e de York deram o seu aval ao documento “Relatórios sobre Relacionamentos” encaminhado à próxima sessão do Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra, tendo em vista o reconhecimento pelo mesmo Sínodo de que a Igreja Anglicana na América do Norte (ACNA) tem expressado o seu desejo de se manter na família anglicana. O analista do Anglican-Mainstream (frente credal) se refere à falta de clareza e ambiguidade do documento, que pretende atender a posições irreconciliáveis. Ordens são reconhecidas de Igrejas que não estão em comunhão, como a Igreja Romana, as Igrejas Ortodoxas e a Igreja da Inglaterra na África do Sul (CESA), e algumas, como as Luteranas do “Acordo de Porvoo” estão indo na mesma direção da Igreja Episcopal (TEC) e da Igreja Anglicana do Canadá, em seus desvios teológicos e éticos. Questiona-se a “situação canônica” da ACNA, quando a mesma mantém relacionamento com o Gafcon e com o Sul-Global. A certa altura, pergunta o analista conservador: “Isso significa que não devemos apoiar aqueles que se posicionam pela verdade do Evangelho tal como recebida pelos anglicanos? Tal silêncio somente serviria para manter o status quo quer da TEC quer da Igreja Anglicana do Canadá, do Brasil, etc., não importando o que digam ou façam”.

Ele se refere ao item 17 do documento, que, em reconhecimento das tensões que causaram divisões recentes, que devem permanecer por um lapso considerável de tempo, “não se deve nada dizer que possa inflamar uma situação de feridas recentes, o que dificultaria a tarefa dos que estão envolvidos em lidar com a situação”.

Para o documento a Igreja da Inglaterra decidiria com quem manter comunhão. 

Opta pelo formalismo em processo de superação pelos acontecimentos, de dizer que as igrejas da Comunhão Anglicana seriam aquelas cujos bispos seriam convidados para a Conferência de Lambeth, enquanto que Igrejas reconhecidas pela Igreja da Inglaterra (ou cujas ordens seriam reconhecidas pela Igreja da Inglaterra) poderiam não ser necessariamente reconhecidas como membros da Comunhão Anglicana. A Igreja da Inglaterra estaria, então, em comunhão com a Igreja Episcopal (TEC) dos EUA e a Igreja Anglicana do Canadá, pela via institucional, não importando o que façam ou afirmem. Por analogia isso aconteceria com outras Províncias/Dioceses do espaço anglicano.

O nó seria, então, como manter algum tipo de relacionamento e de diálogo sem agenda ou prazo fixados (“open ended”) se a mesma rachou com a TEC por razões muitos claras em termos de teologia e de moral.

No tocante ao reconhecimento de ordens, é reafirmado o entendimento de uma resolução de 1980: “...que o ministro da ordenação seja um bispo, ele próprio sagrado validamente, o receptor deve ter sido batizado, o procedimento correto deve se dar com a imposição de mãos, e a forma correta que consiste nas palavras da oração que se refere ao dom específico e mostrado como objetivo da imposição de mãos”.

O documento pretendeu separar três coisas: as Igrejas membros da Comunhão Anglicana, as Igrejas em comunhão com a Igreja da Inglaterra, e o reconhecimento de ordens em ambos os casos. O que parece não ter agradado muitos dos membros do Sínodo Geral, que estará reunido em alguns dias, e deverá deliberar sobre o mesmo, e sobre o tipo de reconhecimento e relacionamento com a ACNA, que seja algo mais do que uma conversa interminável tipo “indaba”, a forma preferida de (não) resolver as questões pelo atual Arcebispo de Cantuária.

 

Fontes: www.anglican-mainstream.net e www.virtueonline.org

 

 

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Última atualização (Dom, 05 de Fevereiro de 2012 00:27)

 


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