Credo Niceno-Constantinopolitano
| Concílio de Constantinopla (381, E.c.) |
Creio em um Deus, Pai Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis; E em um Senhor Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, gerado pelo Pai antes de todos os séculos, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, de uma só substância com o Pai; pelo qual todas as coisas foram feitas; o qual, por nós homens e por nossa salvação, desceu dos céus, foi feito carne do Espírito Santo e da Virgem Maria, e tornou-se homem; e foi crucificado por nós sob o poder de Pôncio Pilatos, e padeceu, e foi sepultado; e ressuscitou ao terceiro dia conforme as Escrituras; e subiu aos céus, e assentou-se à direita do Pai, e de novo há de vir com glória para julgar os vivos e os mortos, e seu reino não terá fim. E no Espírito Santo, Senhor e Vivificador, que procede do Pai[1] e do Filho, que com o Pai e o Filho conjuntamente é adorado e glorificado, que falou através dos profetas. E na Igreja una, santa, católica e apostólica; Confessamos um só batismo para remissão dos pecados. Esperamos a ressurreição dos mortos e da vida do mundo vindouro.
[1] As adições "Deus de Deus" e "(do Pai) e o Filho" (Filioque) ocorrem pela primeira vez em 589 no II Concílio de Toledo. O primeiro Credo ecumênico da Igreja que resultou dos trabalhos do Concílio de Nicéia (325,E.c.) e de algumas adaptações feitas pelo Concílio de Constantinopla (381, E.c.).Daí ser conhecido como “Credo Niceno Constantinopolitano”, que é um dos Credos que recitamos em nossos cultos atualmente. O Credo Niceno Constantinopolitano, é uma afirmação de fé contra as heresias que a Igreja teve que enfrentar no decorrer dos séculos. É o símbolo triunfante de nossa fé na Santíssima Trindade. |
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